28 JAN 2026

Criar hábitos de escuta e fomentar o diálogo do órgão com outros instrumentos e com outras expressões artísticas, como a literatura, a pintura, a arquitetura e a história da arte é um dos objetivos centrais da 12.ª edição do Festival Internacional de Órgão de Braga (FIOB), ontem apresentado. 


Uma das grandes novidades apontada pelo diretor artístico do festival é o facto de a programação se estender ao longo de praticamente todo o ano e não apenas num curto espaço de tempo, como aconteceu até ao ano transato. Ao todo, haverá 35 atividades. O FIOB arranca já no dia 7 de fevereiro e estende-se até 4 de dezembro em diversas igrejas de Braga e, este ano também pela primeira vez, numa em Vila Verde. 


André Bandeira fala numa programação «com alcance sem precedentes». Do vasto programa destacam-se apresentações de livros, visitas guiadas a duas capelas e parcerias com os eventos Braga Romana e Festival Utopia, em que o órgão marcará presença. Democratizar o órgão, fazendo chegar os seus sons a um público crescente, é o propósito.

 

×