O crescimento acelerado do turismo nos concelhos do Cávado está a fortalecer as receitas associadas ao segmento da gastronomia. A Associação Empresarial de Braga (AEB) assegura que o volume de negócios da restauração e similares já vale 250 milhões de euros anuais, com base nos dados das transações electrónicas. A criação de riqueza gerada pelos valores gastronómicos é transversal aos vários municípios e não se concentra apenas em Braga. O diretor geral da AEB, Rui Marques, garante que a gastronomia dos concelhos da sua área de influência direta - Braga, Vila Verde, Terras de Bouro, Amares e Póvoa de Lanhoso - geraram em 2025 receitas de 250 milhões de euros. A criação de riqueza, que é evidenciada pelas transações eletrónicas de restaurantes e similares, traduz um crescimento que ronda os seis por cento face ao anterior.
Em declarações ao Diário do Minho, Rui Marques assume que os concelhos da área de influência da AEB têm sido contagiados pelos ganhos crescentes da maior atratividade do turismo no concelho de Braga, que gera maiores dinâmicas nas unidades de restauração. Mas adverte que há evidências transversais do aumento da procura turística em todos os concelhos, e não apenas em Braga, que se reflete também ao nível das receitas da gastronomia.
«Os dados da Associação Empresarial de Braga mostram, de forma muito clara, a relevância crescente do setor. A restauração é hoje responsável por cerca de 250 milhões de euros em transações eletrónicas no conjunto dos concelhos da nossa área de intervenção, tendo registado um crescimento de cerca de 6 por cento em 2025», disse Rui Marques. Para o diretor geral da AEB, «este é um indicador muito significativo, porque confirma não apenas a dimensão económica do setor, mas também a sua dinâmica de crescimento».