O programa iniciou-se ainda antes do plenário com a representação dos quatro grupos folclóricos do concelho: Rancho Folclórico do Areal, Rancho Folclórico de Campos, Rancho Folclórico de Sopo e Rancho Folclórico Infantil e Juvenil de Gondarém, este com atuação de cinco danças.
No final da sessão plenária, a Academia de Música Fernandes Fão interpretou o Hino de Vila Nova de Cerveira e o tema "Amor a Portugal", na versão de Dulce Pontes. Seguiu-se uma mostra promocional do evento "O Crochet Sai à Rua... em Cerveira", bem como da Joia Municipal — apresentada em colar, pulseira, pin e brincos — incluindo o lançamento do anel. A apresentação foi complementada com bibliografia de autores cerveirenses ou sobre o concelho, além de merchandising promocional.
Na vertente gastronómica, o município promoveu degustações de produtos locais, como a lampreia do rio Minho, o Debulho de Sável à Cerveirense, dinamizado pela respetiva confraria, o bolo do tacho, fumeiro tradicional, vinhos produzidos no concelho e doçaria típica, como os "cerveirenses" e os biscoitos de milho.
Integrada nesta participação, a Fundação Bienal de Arte de Cerveira apresenta-se na Assembleia da República, entre 16 de abril e 17 de maio de 2026, com a exposição "Memória e Continuidade — Obras do Museu Bienal de Cerveira". A mostra reúne 27 obras de 25 artistas representativas da sua coleção e foi inaugurada com uma visita orientada pela diretora artística, Mafalda Santos.
A exposição propõe uma reflexão sobre o legado artístico, articulando memória, continuidade e transformação, através de um percurso que atravessa quase cinco décadas de produção — desde obras fundacionais da década de 1970 até incorporações mais recentes. Este diálogo entre diferentes gerações de artistas evidencia as transformações estéticas, sociais e culturais que marcaram a arte contemporânea.