A combinação entre Inteligência Artificial (IA) e práticas de ESG (Ambiental, Social e Governança) pode tornar-se uma alavanca estratégica para as Pequenas e Médias Empresas (PME) portuguesas, contribuindo para «aumentar a competitividade, reforçar a sustentabilidade e responder às exigências dos mercados».
A ideia foi defendida por Fátima Amorim, presidente da Associação Cristã de Empresários e Gestores (ACEGE) Minho, durante a conferência “Inteligência Artificial e ESG nas PME”, no Forum Braga.
Na sessão de abertura, a responsável sublinhou que «a combinação de ESG e Inteligência Artificial representa uma oportunidade estratégica para as PME, permitindo aumentar a competitividade, reforçar a sustentabilidade e responder às exigências dos mercados cada vez mais relevados». Contudo, advertiu que «a adoção eficaz exige investimento, capacitação e uma abordagem ética e estruturada».
Segundo Fátima Amorim, a ligação entre IA e ESG surgiu da necessidade de apoiar especialmente as pequenas empresas na adaptação aos novos paradigmas económicos e tecnológicos.
A responsável destacou ainda que a associação procura garantir que todos os empresários tenham acesso a estes novos modelos e paradigmas, reforçando que a IA pode funcionar como «um instrumento que vai determinar que esta implementação se faça com mais racionalidade, eficácia eficiência».