20 JUN 2026

O reitor da Universidade do Minho (UMinho), Pedro Arezes, alertou, ontem, na sessão plenária do Conselho Geral, para as dificuldades que a instituição poderá enfrentar em 2027, na sequência da redução de receitas associadas ao fim do financiamento do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR). O alerta foi deixado na sessão plenária do Conselho Geral, realizado no Salão Nobre da Reitoria, no Largo do Paço, em Braga.

Segundo Pedro Arezes, a universidade contava com a possibilidade de algumas receitas provenientes de projetos financiados pelo PRR transitarem para o orçamento de 2027. Contudo, indicações recentes apontam para que essas verbas, estimadas em cerca de 10 milhões de euros, não possam ser inscritas no documento orçamental do próximo ano.

«Isso significa que o exercício se complica um pouco. Não quer dizer que depois não tenhamos essa receita, mas ela não estaria inscrita no orçamento para 2027 que vamos entregar», explicou o reitor, acrescentando que esta situação terá impacto na vida da academia.

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