06 SET 2026

A Noite Branca de Braga voltou a encher a cidade, com mais de 250 mil pessoas a passarem pelo centro histórico na noite de sexta-feira e cerca de 325 mil no sábado à noite. Os números são provisórios e foram divulgados pelo Município de Braga, com base nos dados recolhidos pela Proteção Civil e pelas instituições envolvidas no evento.

A edição deste ano apostou particularmente na programação cultural e na fruição do património, com vários equipamentos a registarem uma forte afluência. Entre os espaços mais procurados esteve o Museu da Imagem, que reabriu ao público durante o evento e recebeu mais de três mil visitantes, incluindo na exposição inaugural.

Também o Museu dos Biscainhos registou uma afluência recorde, com cerca de 4.500 visitantes entre sexta-feira e sábado. Já o Museu D. Diogo de Sousa recebeu mais de mil pessoas nos dois primeiros dias e noites da Noite Branca.

O MUZEU, inaugurado recentemente e que aderiu ao evento com entrada gratuita durante parte da tarde e da noite, contabilizou mais de duas mil visitas. A programação incluiu ainda dois dos grandes destaques desta edição: os espetáculos de 'videomapping' e de drones, que atraíram milhares de pessoas às ruas da cidade.

Para o presidente da Câmara Municipal de Braga, João Rodrigues, a elevada procura dos equipamentos culturais demonstra o impacto da aposta na cultura nesta edição. “Ver os museus e o património repletos de vida é a maior confirmação do sucesso desta Noite Branca”, afirmou o autarca.

A Noite Branca prossegue este domingo, encerrando uma edição marcada pela elevada afluência ao centro histórico e pela aposta na programação cultural e no património da cidade.

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