A CIM Alto Minho aprovou e deu a conhecer um documento estratégico comum que hierarquiza obras e estudos considerados estruturantes para a região na área das acessibilidades.
O objetivo é garantir acessibilidades à altura de uma economia em expansão e de uma população com necessidades crescentes de mobilidade.
«O que nós hoje exigimos ao nosso Governo é que as acessibilidades respondam àquilo que a economia hoje já existe no terreno», afirmou António Barbosa, presidente da CIM Alto Minho, sublinhando que este território deixou de ser dependente do turismo para se afirmar como polo exportador.
O plano organiza- se em três eixos principais: a construção da variante Valença–Monção–Melgaço, com ligação futura à A52 em Espanha, e o prolongamento da A28 entre Vila Nova de Cerveira e Valença; a melhoria da ligação à fronteira da Madalena (IC28) com requalificação de estradas em Ponte da Barca e Lindoso, respeitando o Parque Nacional da Peneda-Gerês; e a variante de Ponte de Lima, para retirar tráfego do centro da vila, acompanhada da qualificação do Porto de Mar de Viana do Castelo.