A Noite Branca de Braga, que voltou a levar centenas de milhares de pessoas às ruas da cidade, registou 184 ocorrências durante as 32 horas de funcionamento do Dispositivo Especial de Socorro e Assistência (DESA). A maioria das situações foi resolvida no perímetro do evento, sem necessidade de recurso à urgência hospitalar.
O dispositivo envolveu 34 meios e mais de 130 operacionais de diferentes forças e entidades, tendo estado ativo nos períodos considerados de maior risco. Entre os meios mobilizados estiveram equipas clínicas com médicos e enfermeiros, equipas de emergência pré-hospitalar, ambulâncias de socorro e moto4, além de meios de combate a incêndios e uma equipa de reconhecimento e avaliação equipada com drone.
A resposta contou com o Batalhão de Bombeiros Sapadores de Braga, Bombeiros Voluntários de Braga, Cruz Vermelha Portuguesa e Grupo Lusíadas. A edição deste ano teve ainda dois Postos Médicos Avançados (PMA), um assegurado pela Cruz Vermelha Portuguesa e outro pelo Grupo Lusíadas, reforçando a capacidade de assistência médica no local.
Das 184 ocorrências registadas, 121 foram encaminhadas para os dois PMA, onde deram entrada 113 pessoas. Destas, 92 tiveram alta no próprio local, enquanto 11 precisaram de ser evacuadas para o Hospital de Braga, em articulação com o CODU-Norte. As restantes situações incluíram 11 ocorrências resolvidas no local pelas equipas no terreno e seis casos em que as pessoas recusaram assistência.
Os números indicam assim que a grande maioria das situações foi solucionada dentro do perímetro da Noite Branca, evitando a deslocação aos serviços de urgência hospitalar.