A Universidade do Minho (UMinho) vai reforçar a sua política para a internacionalização, uma aposta que vem sendo desenvolvida nos últimos anos, e que se reflete nos seus principais eixos de ação (ensino, investigação e inovação e interação com a sociedade), mas que deverá sofrer um investimento ainda mais acentuado a curto prazo.
O reitor, Pedro Arezes, realça que esta equipa reitoral demonstrou esta vontade com a criação do Pelouro da Cooperação Internacional, liderado pela pró-reitora Sandra Dias Fernandes, que abarca as várias dimensões da internacionalização, incluindo a presença e colaboração com instituições além- -fronteiras, mas também a captação de estudantes internacionais.
«Nós temos um plano estratégico, que foi apresentado no Conselho Geral da universidade, que define várias áreas da cooperação porque as universidades, hoje, atuam num palco internacional global, não é nacional, nem sequer é europeu, é internacional», afirmou.
Pedro Arezes recorda que a UMinho é membro da Aliança Europeia Arqus, que reúne outras nove universidades europeias, tendo como objetivo promover a colaboração e a inovação no ensino superior.
«A Europa é relevante, e eu diria que é a mais relevante para nós, mas é urgente atuar num plano global, temos que estar presentes também noutras geografias fora da Europa, e é importante definir a estratégia, nesse sentido. Sabemos que há áreas que já estão bem consolidadas e nós gostávamos de ter parcerias, com os Estados Unidos (EUA), por exemplo. Outras áreas estão em desenvolvimento e também gostávamos de ter relações com o gigante chinês, e no sudoeste asiático, de forma geral», disse.