17 SET 2026

A Universidade do Minho deu esta tarde as boas-vindas a cerca de 2800 novos estudantes, numa cerimónia realizada no anfiteatro natural do campus de Gualtar, que marcou o início de uma nova etapa para milhares de jovens. Entre discursos, atuações de grupos da academia e momentos de convívio, o reitor da UMinho deixou aos recém-chegados um desafio central: que não se limitem a frequentar a Universidade, mas que contribuam para a sua história.

«Não se limitem a passar pela Universidade», apelou Pedro Arezes, incentivando os estudantes a participarem, a serem curiosos, a conhecerem outras pessoas e a arriscarem. «Deixem algo vosso naquela que vai passar a ser também a vossa casa para o resto da vossa vida», afirmou, defendendo que a academia deve ser muito mais do que salas de aula, laboratórios, bibliotecas ou outros espaços físicos.

Para o reitor, a entrada no ensino superior representa uma nova fase da vida, marcada por maior liberdade, mas também por novas responsabilidades. «É uma oportunidade única de começarem a descobrir quem querem ser e o futuro que cada um de vocês quer construir», vincou.

Também Luís Guedes, presidente da Associação Académica da UMinho, procurou tranquilizar os novos alunos perante os receios próprios do início desta etapa. «Tanto eu como a maioria dos estudantes que já estiveram no vosso lugar lembrámo-nos perfeitamente dos primeiros passos que demos nesta academia e desse frio na barriga que vocês sentem», afirmou, garantindo que não terão de enfrentar sozinhos as mudanças e desafios dos próximos anos. «Enquanto presidente da Associação Académica da Universidade do Minho, falo por uma estrutura que procura garantir que podem sempre contar connosco para o que der e vier», assegurou.

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