05 NOV 2025

Aluna do doutoramento Agrichains das universidades do Minho e de Trás-os-Montes e Alto Douro, recebeu o Prémio de Melhor Póster de Estudante no “Apimondia”, o maior congresso mundial de apicultura, na Dinamarca.

O seu trabalho mostrou como Portugal passou de uma produção quase inexistente de própolis à criação de uma rede nacional com mais de 200 produtores e que exporta duas toneladas por ano para a Alemanha, Coreia do Sul, Croácia, Espanha e França, entre outros países.

“Esta distinção deve-se a muitos anos de trabalho com os apicultores, para mostrar que é possível produzir própolis de qualidade e criar valor no território, este reconhecimento também é deles”, diz Sandra Barbosa, que é orientada no doutoramento pela professora Cristina Aguiar, da Escola de Ciências da UMinho.

“Temos trabalhado com um consórcio que junta as universidades do Minho, Aveiro e UTAD, centros de investigação e empresas do setor, o que permite por exemplo produzir produtos cosméticos à base de própolis do Parque Natural de Montesinho, em Bragança”, acrescenta aquela investigadora vimaranense e também fundadora da empresa apícola “Montesino”.

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