07 JAN 2026

Durante a reunião do Conselho Geral da Universidade do Minho, que teve como ponto principal a aprovação do Plano de Atividades e Orçamento para 2026, o administrador da instituição, José Eduardo Ferreira, admitiu que a instituição de ensino superior minhota poderá ter que investir cerca de nove milhões de euros das suas receitas próprias na residência universitária de Santa Luzia, em Guimarães.

A situação decorre da falência da empresa a quem tinha sido adjudicada a empreitada, situação que exigiu, depois, o lançamento de um novo concurso com um valor superior de aproximadamente 2,2 milhões de euros, aumentando o valor previsto para a empreitada de 6,3 para 8,5 milhões de euros. A Universidade do Minho responsabiliza a empresa, que entrou em insolvência pelo atraso na conclusão dos trabalhos.

O novo prazo de conclusão da obra está agora apontado para agosto deste ano, o que ultrapassa o limite temporal imposto no Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), o que poderá implicar a perda dos fundos. José Eduardo Ferreira garantiu que vão ser efetuados todos os esforços para que a obra fique concluída no final de julho, evitando assim o recurso a receitas próprias.

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