Apesar de não existir num caso relacionado com o desafio do paracetamol, (das redes sociais), no Hospital de Braga, a médica pediátrica da ULS Braga, Susana Carvalho, reconhece que a toma de medicamentos de doses voluntárias “é uma situação relativamente frequente”.
"A ingestão de medicamentos de doses voluntárias é uma situação relativamente frequente mas o paracetamol relacionado com este desafio, não tivemos”., disse ao Diário do Minho.
Susana Carvalho esclarece que o paracetamol “é um medicamento seguro. E que deve ser ingerido em doses terapêuticas”.
O paracetamol em doses excessivas, tal como é proposto neste desafio, pode levar a “lesão hepática grave, que vai instalando progressivamente, sendo não há grandes sintomas no início, e pode levar mesmo a insuficiência hepática aguda e pode haver necessidade de transplante hepático para salvar a vida da criança ou do adolescente”.
Já para prevenir, a médica pediátrica aconselha, a literacia em saúde “quer pais, cuidadores, escolas, profissionais de saúde”.
No que toca a sintomas, a dose excessiva de paracetamol pode, e nas primeiras horas, frequentemente é assintomática, “o que pode levar ao atraso da procura de ajuda médica”, esclareceu.