Entre música, árvores e sustentabilidade: Extremo voltou a conquistar a Falperra

O som da música mistura-se com o canto dos pássaros. Entre conversas, sorrisos e momentos de confraternização, há quem escolha simplesmente estender-se à sombra das árvores, fechar os olhos e deixar-se envolver pelo ambiente. É este o cenário que se vive este sábado na Falperra, em Braga, onde decorre mais uma edição do Festival Extremo, um evento de entrada gratuita que volta a desafiar o público a descobrir a ligação entre o território, a arte e a natureza.

Depois de uma estreia que reuniu mais de três mil participantes, a organização voltou a registar uma forte adesão, com atividades esgotadas logo nas primeiras horas do dia, incluindo a caminhada entre o Sameiro e a Falperra e o concerto ao nascer do sol.

Para Samuel Silva, da organização, os indicadores confirmaram o crescimento do festival. “As expectativas eram altas. Tivemos mais de 200 pessoas na caminhada e o concerto das seis da manhã voltou a esgotar, o que nos dava bons sinais para o resto do dia”, afirmou.

Nascido como projeto de legado da Braga 25 – Capital Portuguesa da Cultura, o Extremo integrou este ano a programação da Guimarães 2026 – Capital Verde Europeia, reforçando a aposta na sustentabilidade através de oficinas, visitas guiadas sobre biodiversidade, mobilidade sustentável e iniciativas de educação ambiental.

“O que a Capital Verde Europeia propõe é também aquilo que nós queremos propor com este festival”, destacou Samuel Silva.

×