O festival mais antigo de Portugal voltou para cinco dias intensos de rock 'n' roll em Vilar de Mouros

«É feeling estar aqui.» É assim que Sara Bourbon resume o regresso a Vilar de Mouros. Entre memórias de infância, reencontros e público vindo de vários pontos da Europa, o histórico festival minhoto arrancou esta terça-feira para uma edição inédita de cinco dias.

Para João Paixão, Vilar de Mouros é sobretudo sinónimo de memória e convívio. «Vilar de Mouros para mim significa memórias de infância. Já não vinha há muito tempo e estou cá principalmente pelo convívio», explicou.


Também António Gonçalves encontra no festival algo difícil de replicar fora de Vilar de Mouros. «É um mundo à parte. Só quem não vem é que não sabe o que isto é. Isto é pureza, é o aliviar do stress de um ano», afirmou. E há uma característica que faz questão de destacar: «Aqui não há idades, o ambiente é incrível e a música ajuda nisso mesmo.»


É precisamente essa ligação entre diferentes gerações que ajuda a explicar o peso do festival no concelho de Caminha. A presidente da Câmara Municipal, Liliana Silva, considera que Vilar de Mouros é já «praticamente um património do município».

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