Póvoa de Lanhoso avança com processo da via circular urbana

Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso entregou, na passada terça-feira, à Agência Portuguesa do Ambiente (APA) a Avaliação de Impacte Ambiental (AIA) da Via Circular Urbana, instrumento de carácter preventivo da política de ambiente, que garante que são estudados e avaliados os potenciais efeitos na execução desta obra. «Este estudo é uma das etapas mais importantes deste projeto», anunciou, ontem, a autarquia, acrescentando que «foi dado mais um importante passo» rumo à concretização da infraestrutura. Naquele âmbito, a APA dispõe agora de um prazo até seis meses para se pronunciar. Havendo aprovação da AIA, como é expectativa do presidente da Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, Frederico Castro, o processo segue para a IP (Infraestruturas de Portugal), entidade responsável pela execução da obra. Segundo o autarca Frederico Castro, «tudo foi feito, até à data, para que a Via Circular seja uma realidade o mais breve possível. Este é um processo complexo e demorado, que envolve diferentes entidades e intervenientes, e que nos obrigou à realização de diversos estudos técnicos adicionais que inicialmente não seriam necessários e portanto, naturalmente não estavam programados. Temos trabalhado muito neste dossier, da nossa parte, tudo foi feito e agora aguardamos que as instâncias competentes – a APA e a IP – se pronunciem». A via estruturante foi apresentada como obra prioritária, em 2021. Em 2022, a Câmara Municipal e a IP formalizaram o acordo de gestão da Via Circular Urbana, no primeiro ato público oficial relacionado com a infraestrutura, incluída no Plano de Atividades e Orçamento para 2024-2026 da IP. Ao longo dos anos, fruto das mudanças governamentais, a autarquia viu-se obrigada a abordar o processo com três ministros diferentes.

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