A abertura do Ano Judiciário 2026 ficou hoje marcada pela benção e inauguração das novas instalações do Tribunal Eclesiástico Metropolitano Bracarense. Ainda que dentro do mesmo espaço, a Cúria Arquidiocesana, as novas instalações proporcionam agora maior hospitalidade, mas também mais proximidade e a confidencialidade necessárias para a escuta e acompanhamento das causas tratadas por este tribunal, que administra a justiça no âmbito da ação e vida da Igreja.
Hoje, após a benção e inauguração das novas instalações e à margem da sessão solene que marcou a inauguração do Ano Judiciário, o Arcebispo Metropolita, D. José Cordeiro, salientou as dimensões do acolhimento e confidencialidade, reconhecendo que, no lugar onde antes se encontrava o Tribunal «era preciso que as pessoas passassem por diversos serviços, tornando-as demasiado expostas».
«Neste momento, consegue-se aquilo que é também o desejável para a escuta, o acompanhamento das pessoas, nas causas introduzidas, mas também numa primeira abordagem, no aconselhamento, na formação que é feita a partir também desta estrutura de sinodalidade que é o Tribunal Eclesiástico Arquidiocesano», explicou.