O presidente da Câmara Municipal de Esposende, Carlos Silva, destacou o recém-inaugurado Parque da Cidade como “uma mais-valia” para o concelho e um espaço pensado para aproximar a população da natureza e reforçar a qualidade de vida.
Em entrevista ao Diário do Minho, realizada no local, o autarca salientou que o projeto ainda não está totalmente concluído, faltando finalizar, nomeadamente, a zona de cafetaria e as instalações sanitárias.
“O que se pretende com este espaço é que as pessoas se encontrem e convivam com a natureza”, afirmou Carlos Silva, sublinhando que o parque já é utilizado pela população e pelas escolas do concelho.
A partir do miradouro do Parque da Cidade, o presidente abordou também a erosão costeira e a situação da restinga do Cávado, que considera um problema prioritário para Esposende. Segundo o autarca, o município está a trabalhar com a Agência Portuguesa do Ambiente e com o Governo na procura de soluções que permitam proteger a cidade, assegurar a navegabilidade e salvaguardar a atividade piscatória.
Carlos Silva defendeu ainda que a erosão costeira “é um problema nacional” e lembrou que Esposende, único concelho do distrito de Braga com frente marítima, tem cerca de 18 quilómetros de costa.
O autarca deixou ainda um convite à população para “redescobrir” o território, usufruindo das margens do rio, da paisagem e do novo parque, reiterando que a qualidade de vida e a preservação ambiental são prioridades para o futuro do concelho.